A Melhor Forma de PROTEGER seu DINHEIRO da INFLAÇÃO!

A Melhor Forma de PROTEGER o seu DINHEIRO da INFLAÇÃO!

Hoje vou te mostrar como investir nos Estados Unidos vai fazer você proteger o seu dinheiro da inflação do Brasil. Se você acompanha as notícias econômicas, já deve ter reparado que a inflação tem subido de forma galopante nos últimos meses. Essa semana, o IBGE divulgou a inflação do mês de outubro e ela veio a 1.25% desde o último mês. Isso levou a gente a um acumulado de 10.67% no ano de 2021.

Desde janeiro até outubro, seu dinheiro já perdeu mais de 10% em valor por causa da inflação. Na prática, isso significa que se você ganhava R$ 10.000 em janeiro, é como se hoje você estivesse ganhando R$ 9.000, porque o que importa é o poder de compra. Com a inflação na casa de 10%, para comprar a mesma quantidade de coisas que você comprava lá em janeiro com R$ 10.000, hoje você precisaria de aproximadamente R$ 11.000.

Mas o que que isso tem a ver com meus investimentos? Absolutamente tudo! Investir nada mais é do que você deixar de gastar um dinheiro hoje e guardar para gastar no futuro, seja esse futuro: 1 ano, 10 anos, 30 anos ou mais. E é aí que no cenário inflacionário as coisas começam a ficar mais complicadas, porque para garantir que o que você poupa hoje vá comprar a mesma quantidade de coisas no futuro, você tem que ter uma rentabilidade na sua carteira que seja no mínimo equivalente à inflação do período.

Ou seja, para o seu dinheiro não perder valor ao longo do tempo, os seus investimentos tem que ter uma rentabilidade no mínimo igual à inflação. Se você não tem essa segurança do que o seu dinheiro vai valer alguma coisa no futuro, acaba que no final das contas não faz nem sentido você investir.

O problema é que isso se torna muito difícil de prever, em um cenário tão incerto como o atual e numa uma moeda tão instável como o Real. Só para ter uma ideia do que uma inflação tão alta causa, se você tivesse investido R$ 10.000 lá em janeiro e tivesse rendido 10% até outubro, a sua rentabilidade real, descontada a inflação seria zero!

É uma rentabilidade muito expressiva e mesmo assim no cenário inflacionário, não se traduz em rendimento real, apenas empatando com a inflação. Investimentos que renderam menos do que isso (que são muitos na verdade), ficaram com uma rentabilidade real negativa, ou seja, abaixo da inflação. No final das contas a pessoa que tem uma rentabilidade anual até agora de menos de 10%, perdeu dinheiro.

Não precisa ficar deprimido, aqui a gente mostra o problema e também apresenta a solução. E qual que é a solução? Investir fora do Brasil! Isso mesmo, a melhor forma de você proteger seu patrimônio da inflação do Brasil,é você tirar parte dele do Brasil. Ou seja, é você ter parte do seu patrimônio não em reais, mas em uma moeda forte, sobretudo o dólar. Mas o dólar não tem inflação? Tem sim, mas é uma história bem diferente que a gente vai ver agora.

Vamos fazer um exercício de comparação entre o combalido real brasileiro e o resiliente dólar americano: O real é uma moeda jovem, com menos de 30 anos, mas que já perdeu mais de 85% do seu poder de compra desde quando foi criado lá em 1994. Durante todo esse período a inflação média foi de 6% ao ano. Isso significa que, em condições normais, o real perde em média 6% ao ano em poder de compra.

É claro que alguns anos esse valor oscila para mais e também para menos, mas a média é de 6% ao ano. Em termos acumulados, nós estamos falando de uma inflação de mais de 600% nesses 27 anos de existência do real, ou seja, para comprar algo que custava R$ 1.000 lá em 94, hoje você precisaria de cerca de R$ 7.000.

Já o dólar por outro lado, é um senhor com mais de 200 anos de história. É uma moeda que atravessou gerações, crises e guerras, mas que até hoje continua sendo usado como principal meio de troca no mundo. Vamos comparar aqui o mesmo período, desde o Real foi criado para ter uma base igual de comparação em termos de poder de compra.

Desde 94 a inflação acumulada do dólar é de cerca de 86%. Isso significa que para comprar algumas que custavam $ 1.000, hoje você precisaria de cerca de $ 1.800 dólares. Isso dá em média uma inflação anual de 1.5%, claro que nesse período houveram oscilações para mais e para menos, inclusive no ano de 2021, que a inflação está um pouco mais alta, mas a tendência natural é que haja uma regressão à média.

Agora que eu já te mostrei todos esses dados, você percebeu como ter parte do seu patrimônio alocado em dólar pode te proteger da inflação do real. É uma questão matemática simples, se em real o seu dinheiro perde valor a uma taxa de 6% ao ano em média, em dólar o seu dinheiro perde valor a uma taxa de 1.5% em média.

Isso significa que no final das contas, quando o seu dinheiro está em reais, ele perde valor quatro vezes mais rápido do que se estivesse em dólar. Em outras palavras, em dez anos a inflação do real consume percentual do seu patrimônio que a inflação do dólar demoraria 40 anos para consumir. Isso pode ser a diferença entre ter um futuro financeiro tranquilo e um futuro financeiro incerto.

Mas como ter parte do meu patrimônio em dólar? É muito simples, investindo nos Estados Unidos! Quando você faz isso, uma parte do seu patrimônio vai deixar de estar no Brasil e vai estar nos Estados Unidos, e o mais importante, em dólar. E não importa se o dólar estiver “caro”, o ponto é proteger o seu patrimônio.

Não faz a menor diferença se você tem uma montanha de dinheiro, se isso não vale nada quando a gente considera o poder de compra da moeda. É só a gente ver como tá a Argentina hoje por exemplo. A inflação lá na casa de 50% ao ano, com o dinheiro valendo cada vez menos. Não importa se a pessoa tenha milhões, se o dinheiro não vale nada.

Então, o que importa no final das contas, é você proteger o seu patrimônio da inflação, proteger aquilo que você conseguiu acumular, garantir que aquilo que você guardou vai valer no futuro, que você vai conseguir consumir no futuro e vai ter um futuro tranquilo com aquilo que você conseguiu investir.

Além disso é impossível você saber como que vai estar o campo nos próximos anos, a gente não consegue nem saber quanto vai estar no próximo mês, muito menos nos próximos anos. Quem achou que o dólar estava caro a R$ 3, viu chegar a R$ 4, quem achou que estava caro a R$ 4, viu chegar a R$ 5 e hoje já tá há quase R$ 6 e ninguém sabe para onde vai. No final das contas a diferença de câmbio entre duas moedas, reflete a diferença de inflação entre as duas.

Ou seja, considerando que a inflação do Brasil tende a se manter superior que a inflação dos Estados Unidos, é mais provável que nos próximos anos, o dólar chegue a R$ 7, R$ 8, do que volte a patamares mais antigos de R$ 3 por exemplo.

 

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